Bons hábitos e planejamento ajudam na alimentação saudável

Quando se planeja o cardápio com antecedência, se consegue escolher melhor os alimentos, privilegiando os mais saudáveis e deixando de lado os que são ultraprocessados e ricos em gorduras, sódio e açúcar. Ou seja, é preciso dar à preparação e ao consumo de alimentos o valor devido no dia a dia.

“O planejamento das refeições, desde a compra na feira ou no supermercado até o consumo do alimento ou da preparação culinária, facilitará a disponibilidade e a ingestão de alimentos saudáveis e reduzirá a probabilidade de consumo de alimentos processados e ultraprocessados por toda a família”, explica Helissa Moreira, analista técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Helissa lembra que a rotina de alimentação da família deve estar em acordo com as necessidades alimentares especiais de cada membro da família, sem deixar de lado características da cultura alimentar e pelas dimensões de gênero, raça e etnia. “Deve ser acessível do ponto de vista físico e financeiro; harmônica em quantidade e qualidade e atender aos princípios da variedade, equilíbrio, moderação e prazer”, completa.

“O planejamento das refeições, desde a compra na feira ou no supermercado, até o consumo do alimento ou da preparação culinária, facilitará a disponibilidade e a ingestão de alimentos saudáveis e reduzirá a probabilidade de consumo de alimentos processados e ultraprocessados por toda a família”, ressalta Helissa.

Outro aspecto importante da prática levantado pela coordenadora do curso de Nutrição, do Centro Universitário Senac (SP), Irene Coutinho de Macedo, é que o hábito de planejar o momento da refeição faz com que as pessoas estreitem os laços entre elas e ainda faz com que observem melhor o que consomem

“Ao sentarmos juntos à mesa, a gente observa mais o que come e, a partir da observação, melhora a qualidade de vida como um todo. O ganho é muito grande. É mais do que contar ingredientes, tem a ver com alegria e até com a questão da gratidão pelo alimento”, afirma, Irene, que destaca que as pessoas têm dificuldade em reconhecer a importância da alimentação.

“As pessoas tem dificuldade de reconhecer. Pensam ‘como eu faço isso? Como preparo comida se estou o dia inteiro ocupado?’ Mas é preciso colocar em prática. A dica é tratar a alimentação como os outros hábitos. Ninguém deixa de tomar banho ou escovar os dentes. É preciso separar um tempo para preparar a alimentação, dando o ponto de destaque que ela merece”, enfatiza.

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